A GVT encerrou seu primeiro ano como companhia de capital aberto, a GVT apresentou uma receita líquida de de R$ 980,7 milhões com 1,24 milhão de linhas em serviço. O Ebitda da operadora ficou na margem de 36,9%, ou R$ 358 milhões, alta de 40,1% em relação a 2006 (margem de 33,3%). O lucro líquido foi de R$ 59,2 milhões no ano fiscal de 2007, contra prejuízo de R$ 66,8 milhões em 2006. O lucro da operadora foi de R$ 35,1 milhões
O volume de dívidas caiu de R$ 1,2 bilhão no fim de 2006 para R$ 454 milhões em dezembro de 2007
O total de investimentos chegou a R$ 566 milhões (somando a aquisição da Geodex, por R$ 109 milhões e dois contratos de direito irrevogável de uso, IRU, para rotas IP internacional), três vezes mais que no ano anterior, quando ficou em R$ 191 milhões. A expansão de acessos foi três vezes maior, passando de 104 mil terminais construídos em 2006, para 320 mil em 2007.
No acesso à banda larga, o crescimento do número de clientes foi de 80%, saindo de 137 mil acessos que geraram R$ 62 milhões em 2006 para aproximadamente 246 mil que geraram R$ 128 milhões em 2007. Em VoIP, o crescimento foi de 108%, chegando a 73,5 mil linhas em dezembro de 2007. Considerando somente o Vono (softphone da GVT), a evolução da receita foi de 234%, saltando de R$ 3 milhões para R$ 9 milhões.
Segundo Karlis Kruklis, vice-presidente de administração e finanças e relações com investidores, os gastos de capital e investimentos (Capex) da operadora em 2008 deve chegar a R$ 1,5 bilhão em 2008. Deste montante, a empresa negocia uma linha de R$ 500 milhões junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para ser usada entre os meses agosto e outubro.